sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Eu creio nisso. Mesmo.


 Sempre me intrigou a incapacidade das pessoas de sentir alegria pelo sucesso dos outros.
Muitas vezes enquanto eu ria de contentamento por alguma coisa legal que alguém conquistou, me dava conta de que estava sozinha no sentimento de satisfação, chegando a ser olhada feio(alias,  Et e Louca, meus segundos nomes, conforme certas cabeças  )...

Até eu encontrar isso, que alguém escreveu.
E se baseia no amor próprio.E isso eu acredito ser verdade.



  O invejoso é capaz de se vestir de solidariedade quando vê o sofrimento;
afinal, para ele, o ser solidário na dor é uma virtude de afirmação sua.
 

No entanto, se alegrar com os que se alegram é uma afirmação feliz
acerca da bondade de Deus sobre um outro. 

E disso somente os que não têm inveja no coração são capazes.Assim, conforme se vê, a inveja é
uma merda, e sábio é todo aquele que de seu próprio coração varre toda
inveja para sempre. 

Mas para que isto aconteça é preciso que a pessoa
aprenda a se alegrar em ser quem é, pois, somente assim ela não terá
inveja da felicidade de ninguém.

Caio Fábio

5 comentários:

Paulo Braccini disse...

Perfect!

phodam-se os invejosos ...

é isto ...

bjux e bom fds

;-)

Fernand's disse...

Show.
Se a pessoa não se reconhece e se gosta, nunca fará com o próxiumo!


Bjs meus

Fred disse...

"a alegria alheia me incomoda"... hahahahaha! just kidding!!! kissezzzzz!

Três Egos disse...

Inveja que é uma coisa do outro mundo...

Uma das melhores sensações é se sentir feliz pelo sucesso de uma pessoa querida, tenho dó de quem nunca sentiu isto.

Beijo!

E deixei um selinho para vc em meu blog!

aluisio martins disse...

inveja é coisa humana e saber-se com ela é a chance de elevar-se mais. Nãoo minto, já senti por diversas vezes, o que não quer dizer que vampirizei o alheio para mim, mas tive sim, inveja. importante o que expressa aqui para que nos sirva de melhor espelho e que miremos somente a nós mesmos até que o gostar de si seja o vital da saúde e da felicidade. Quanto ao conto "Remédio". O que não vivemos quando importamos quem nos importa para dentro, a mulher amada e convivida? Então se sonhei ou senti, fui e vivi...
abs

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