terça-feira, 24 de novembro de 2009

Recebi by mail,autora anônima.Que pena!


Ser mulher de um piloto profissional é antes de tudo, ser uma especialista em extraterrestres.

Toda mulher que casa com um aeronauta entra para a aviação. Não tem como fugir. Ou a mulher aprende a falar a linguagem dos tripulantes ou torna-se a burrinha da história.

Considerados turistas bem remunerados, os aeronautas hospedam-se em hotéis cinco estrelas,conhecem os melho res restaurantes e criam hábitos sofisticados, independentemente de suas vontades.

À força de perambular por aeroportos nacionais e internacionais, conviver com outros povos e outras línguas, conhecer hábitos, artes, artimanhas, e todos eles com etceteras, suas cabeças são bombardeadas a cada vôo com novos e irregulares conhecimentos.

Daí, quando eles atravessam o salão de um aeroporto com seus uniformes (que a maioria detesta), impecáveis e com aquele ar de quem vive num mundo inconsúltil e sabe das coisas, trazem consigo uma aura de grande romantismo e charme; podem até ser barrigudinhos e feios, o charme é inevitável.

São assediados e incentivados a ter aventuras amorosas, como qualquer marinheiro. Isso não quer dizer que todo comandante seja amante da comissária. Há exceções, não mais que o médico com a enfermeira ou o chefe com a secretária.

De um modo geral, são ligadíssimos a suas famílias, que são seu lado terráqueo. Suas mulheres convivem com este risco, assim como convivem com o risco de verem um programa de televisão ser interrompido para darem a notícia de que "acaba de cair um avião, assim, assim, voltaremos em instantes com maiores detalhes."

Um dia, ao ouvir uma notícia destas, uma amiga casada com um comandante ligou horários e possibilidades e desesperou-se. Ligou para a companhia sem se identificar, pedindo mais informações sobre o acidente. Quem atendeu, tentando acalmá-la, disse: Minha senhora, não se preocupe, era só um vôo de treinamento. Morreram só os tripulantes.

Claro que eu não vou escrever o que ela disse ao informante.

Quando um piloto morre em vôo é porque alguma coisa o traiu. A máquina, a natureza a percepção.

Todo piloto morto voando, morreu à traição. Por isso, dói de forma diferente em todos os outros, sentir o companheiro traído - às vezes por tão pouco, apenas uma fração de qualquer coisa. Então sufoca e deprime, inquieta e magoa, ter toda a vastidão e depender de milésimos e milímetros. Daí talvez aquele algo diferente existente neles.

Quando eles chegam de um vôo, trazem nos sapatos a poeira do mundo, nos cabelos o pó das estrelas e nos olhos um cansaço cósmico. Penalizados pelo diferencial de pressão atmosférica e pelo fuso horário, sentem-se exaustos de imensidão.

Incompatibilizados com fronteiras, levam horas para adaptar-se ao micro dia-a-dia.

Metade gente, metade ficção não podem, ao chegar de um vôo, serem recebidos de maneira prosaica.

Jamais os receba assim:

- O Jr. vai perder o ano!

-Roubaram aquele relógio que foi do seu pai !

-Hoje é dia 15 e o dinheiro já zerou !

De difícil convívio, fortes candidatos a neuroses e depressões, já saem do avião defasados de realidade. Mas esta realidade só pode ser ministrada em doses homeopáticas, sem o que, eles estuporam.

Contudo, não há motivo para desesperar-se. Dentro daquelas inconfundíveis maletas que eles usam, você encontrará toques de carinho. Uma revista italiana, um bombom suíço, um perfume francês ou uma escultura nigeriana.

Também poderá ouvir frases assim:

- Estava com tantas saudades e tanta pressa em chegar que larguei todas as porteiras do céu abertas.

Outra coisa que também os mantém profissionalmente de rédea curta: os exames periódicos. Qualquer profissional, por mais importante e sofisticada que seja sua área, forma-se, faz mestrado, cursos, mas nunca mais um vestibular eliminatório. Com o piloto é diferente. Até os 40 anos, ele tem uma espécie de vestibular anual, depois desta idade passa a ser semestral. Lá vão eles para os rigorosos e altamente sofisticados exames - físico, psíquico e técnico. Todos são eliminatórios. É mais uma dura realidade deste duro mundo aviatório. Cortados de vôo se não preencherem 100% de cada requisito, eles têm uma segunda chance se, dentro de um rígido prazo estipulado pelo setor em que foram eliminados, conseguirem recompor-se integralmente.

Naturalmente, os leitores estão pensando:

-Mas é claro! A vida de muita gente depende das mãos e da cabeça destes senhores!

É...tudo bem! Então por que a sociedade é tão condescendente com os senhores médicos, senadores, deputados, vereadores e o até com o Rei? Por que nenhum candidato precisa fazer exame nenhum? Para fazer e acontecer com a vida e o dinheiro - não de alguns como os senhores passageiros, mas de todo cidadão, indefeso nas mãos deles. Por isso vemos o mundo nas mãos de incompetentes. Com raríssimas e honrosas exceções.

Pensem nisso.

Então, de repente ,os tripulantes têm que fazer greve para sobreviver decentemente. Um tripulante em greve por melhores salários é uma coisa tão absurda como se os aviões entrassem em greve por uma melhor manutenção. Para a segurança de vôo, nem tripulante, nem avião, podem ser mantidos com o mais ou menos; a sofisticação técnica e profissional só se mantém com o melhor. Cada dia mais.

Assim, se eu estiver viajando numa companhia na qual os aeronautas estejam fazendo "operação tartaruga", peço licença ao senhor comandante, pego o microfone e digo:

- Senhores passageiros, por favor desapertem os cintos saiam devagar, desçam a escada e corram. Procurem outra companhia, porque esta está economizando em cima de sua segurança..

E você aí, que de avião só sabe quando olha para cima, saia de baixo...


Da esposa de um amigo......

Abraços e bons Voos...

sábado, 14 de novembro de 2009

Perguntas sem respostas...

O político mais poderoso do mundo é negro... 
 
E o líder da oposição (Partido Republicano) também é negro.

 
A mulher mais rica e influente na mídia é negra.

 
O melhor jogador de golfe de todos os tempos é negro.


As melhores jogadoras de tênis do mundo também são negras.


O ator mais popular do mundo é negro.

 
O piloto de corrida mais veloz do mundo é negro.


O mais inteligente astrofísico na face da terra é negro.

 
O mais próspero cirurgião cerebral do mundo é negro.

 
O homem mais rápido do mundo é negro.





....POR QUE NO BRASIL

ELES AINDA PRECISAM DE COTAS?

by mail,
 

Ansiedade

Uma executiva de uma grande empresa do interior gaúcho, recém nomeada, faz a sua primeira viagem de negócios, para o Rio de Janeiro. À noite sentiu-se sozinha e com uma sensação de liberdade que nunca havia sentido antes. Decidiu chamar uma dessas 'empresas de acompanhantes', cujos folders de propaganda estão nas mesas dos quartos de todos os hotéis nas grandes cidades. Localizou, sem dificuldade, um que oferecia serviço masculino, denominado 'ferótico'. Com o encarte nas mãos molhadas de suor pela expectativa discou o número marcado.- Alô ! Atendeu uma voz masculina marcadamente sensual.- Alô. Eu preciso de uma massagem... Não, espera! Na realidade o que eu quero é SEXO! Uma grande e duradoura sessão de sexo,mas tem de ser agora! Estou falando sério! Quero que dure a noite inteira! Estou disposta a fazer de tudo, participar de todas as fantasias que vocês inventarem. Traga tudo o que tiver de acessórios, algemas, chicotes, dildos, pomadas, vibradores quero ficar a noite inteira trepando e fazendo de tudo! Vamos começar passando geléia no corpo um do outro, depois vamos nos lamber mutuamente até o gozo, quero que vc goze na minha cara ou onde quiser... Estou disposta a fazer de tudo, sexo oral, anal e topo todas as posições: frango assado, rã com câimbra, canguru perneta, folhinha-verde, vaca atolada, helicóptero... Ou tu tens alguma idéia mais tesuda? O que tu achas??
 
- Bem, na verdade me parece fantástico. Mas... para fazer chamadas externas a senhora precisa primeiro discar o número zero!

by mail

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Pelo amor de Deus, vai lá e vota na enquete.

Acordem,
Se queimar indio,representante de tribo brasileira, em uma parada de ônibus de Brasília,durante um congresso, não foi crime grave, imagina quando decidirem que homofobia não é crime...
Vai agora lá e vota!
http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0
Já!
Ou você vai esperar o Cristo voltar ao mundo pra te dizer que não foi essa mensagem que deixou,e que você está fazendo errado?
Vai lá!
http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0

sábado, 7 de novembro de 2009

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Nanda,Nandaaaaa!

O Abstratas nao esta sendo encontrado!
Nem os acentos desta coisa!
De sinal de vida.
Tem um Collor de Mello la me olhando,e eu nao consigo chegar la,buaaaa(sem acento, essa merda de editor)

Reality sandwich/Are we possessed?

Desculpe povo do Brasil, mas só em inglês mesmo...



Reality Sandwichhttp://www.realitysandwich.com/are_we_possessed


Collective Psychosis
Jung never tired of warning that the greatest danger that faces humanity is to unwittingly fall into our unconscious en masse such that we become instruments for a psychic epidemic to wreak havoc in the world, just like we see today (please see my article, "Diagnosis: Psychic Epidemic"). Jung writes that psychic epidemics "...are infinitely more devastating than the worst of natural catastrophes. The supreme danger which threatens individuals as well as whole nations is a psychic danger." We are in the midst of a collective psychosis that has become so normalized that very few people are even talking about it, which is itself an expression of our collective madness. (please see my article, "Why Don't We See our Collective Madness"?) Jung writes, "...collective psychoses are based on a constellated archetype, though of course this fact is not taken into account at all. In this respect our attitude is still characterized by a prodigious unconsciousness."
Once these archetypal contents become activated in the unconscious, Jung elaborates, it is like "they have taken possession of certain individuals, irresistibly draw them together by mutual attraction and knit them into smaller or larger groups which may easily swell into an avalanche." People who have fallen into their unconscious naturally attract and connect with each other, as they reciprocally reinforce each others' madness. An impenetrable bubble of shared, rigid beliefs gets conjured up around them which deflects and resists any self-reflection which threatens their fixed worldview. Anyone who reflects back their unconscious state is demonized and seen as a heretic, blasphemer and enemy.
Though using individuals as its instruments, evil needs the unconscious masses for its genesis and proliferation on the world stage. Masses are always breeding grounds of psychic epidemics. In a collective psychosis there is a herd mentality, where people stop thinking for themselves and let others think for them, like sheep ("sheeple") who just follow wherever they are being led. Jung writes that whoever buys into the collectively agreed upon group-think "is infected with the leprosy of collective thinking and has become an inmate of that insalubrious stud-farm called the totalitarian State." When we give away our power, there is always someone bearing the authority of the State who is more than happy to accept our offering, feeding the insatiable will-to-power of the shadow. Jung comments, "The shepherd's staff soon becomes a rod of iron, and the shepherds turn into wolves." Being archetypal, the reciprocal process of people giving away their power to others who abuse it simply because they can has continually re-created itself all throughout history.
Jung warns us that "The most dangerous things in the world are immense accumulations of human beings who are manipulated by only a few heads." In a collective psychosis, the many are manipulated by the few who are attracted to holding power over others. Jung points out that, "Whoever prefers power, is therefore, in the Christian view, possessed by the devil. The psychologist can only agree." In a psychic epidemic, the masses, led and inspired by the few who are perversely possessed by and addicted to the need for power, collectively collude with, support and mutually rein-force each others' irrational beliefs, narcissistic needs, and fears, creating a culture crazy beyond belief. This culture, or lack thereof, is simultaneously the cause and effect of their madness, as they collectively incarnate a living, self-fulfilling prophecy. They become the instruments through which the NLD, the nonlocal demon, reproduces itself, like a multi-headed hydra, in, as, and through the field.

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