domingo, 9 de agosto de 2009

Um conto

Ela nem sabia o que acontecia naquelas horas.
A ultima coisa que ela lembra, antes do turbilhão de sensações violentas, arrepiantes, exaustivas, era daquela voz.
Aquele formigamento que subia do ventre e a fazia ficar surda, gemer, e dizer coisas obscenas, sem sentido.
E aquela barba, passando em seu pescoço, é como um comando imediato para abrir as pernas, inevitável, inconsciente e automático.
O que claramente acontece nesses encontros ela não consegue lembrar, nada alem das sensações, da dificuldade de sentar,do inchaço e do ardor.
Que a faziam tomar de novo aquele caminho, como encantada, pra se oferecer de novo, pra tentar acostumar a carne, decifrar claramente o que aquele macho tem que toda vez repete o feito.

2 comentários:

Paulo Braccini disse...

beleza e sensualidade sem limites ...

amei ...

bjux

;-)

Mariposo-L disse...

Perfeito e sensual :)

bjs

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